perdidos
Lembro-me de
ter sorvido
Teu hálito,
teu lábio, tua boca,
Tua saliva,
tua sofreguidão
Sinto de
novo a mesma magia
A mesma
brisa, a mesma fantasia,
Os mesmos
odores , a mesma tentação,
Os mesmo
calafrios na pele que arrepia.
Em cada copo
de cerveja
espumante e
envolvente
Em cada
sopro de vento
Quando frio
ou quando quente,
No copo de
remédio amargo,
Que engasga
mas alivia,
Na criança
que corre contente
E derrama
pela casa, só alegria.
Sinto tua
respiração
aquecendo o
meu ouvido
Teu coração
bem junto ao meu,
Sua voz
suave sussurrando,
só doçura...
E eu toda
doce,
me
entregando ,
só
ternura...
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