Entre surtos, suspiros e sonhos,
vivo meu tempo num impulso louco,
não fujo de embates calmos ou medonhos,
tenho muita sorte, mas juízo pouco,
constantemente a vida me desmonta
com desafios que deixam morta,
me faço forte para seguir meio tonta,
por que comigo mesmo, ninguém se importa,
Depois de uma taça ou mesmo uma garrafa,
vomito meus monstros, caio num sono,
mas antes tranco a porta.
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